terça-feira, 27 de maio de 2008

Há um menino, há um moleque...


Hoje, meu irmãozinho fez um desenho lindo: desenhou eu, ele e minha irmãzinha. Não é corujice de irmã não! Ficou lindo! Ele pôs os bracinhos, as perninhas, olhos, boca e ainda fez o sol e o chão (já passa no psicotécnico =D). Eu simplesmente amei!
Aliás, eu sou apaixonada pelos meus irmãos! Todos eles são demais! Sou apaixonada pela infância! Não há coisa mais linda na vida do que isso!

E realmente fico decepcionada com tantas crianças que querem ser grandes. Acho o fim dapicada toda essa apelação. Hoje uma criança de 9, 10 anos não é mais criança... é "pré-adolescente"...


Mas eu não posso me estender muito aqui ='[. Se eu pudesse, falaria disso o dia todo... tenho que ir, ok?


Bola de meia, bola de gude - Milton Nascimento


Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão

Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado qualquer maldade ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado, no meu presente, um Sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assusta o menino me dá a mão

Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer maldade ser coisa normal

Bola de Meia, Bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão

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